e não é que os olhos do baiano eram pretos! inteiramente pretos! na tarde quente do teu inverno, soteropolitano? tô na Preguiça. era uma praia linda, não tome a parte pelo todo. cheio de
frenéticos lunáticos beatos palhaços de mentira carentes covardes eruditos de esquina carreteiros carteiros careteiros esquisitos pontiagudos fiéis rechonchudos voláteis e insones. e urubus, sempre. cheia de pássaros, de gatos, de trapos, de pratos, aos trancos e barrancos.
saudade daquele nariz.
e dos cabelos pretos.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
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